"Vocês só devem sair cinco vezes. E isso é tudo. Primeira vez, flerte muito. Na segunda, frio na barriga. Na terceira, o encontro arrasador. Quarta: seja divertida e surpreenda. Na quinta, torne-se inesquecível. Quando o romance acaba, é hora de partir pra outra".
Receita de bolo? Bula de remédio? Script de uma atriz? Sim!!! As dicas que você acaba de ler são da personagem Genevieve, interpretada pela atriz Nia Vardalos que é protagonista do filme "Eu odeio o dia dos namorados" ao lado do ator John Corbett.
Saber mais e mais, quando o assunto é "relacionamentos", é uma espécie de "febre social" e muitos profissionais, especialistas e estudiosos deste assunto são tentados a ditar regras e até mesmo recomendações aos leitores de revistas ou, seguidores de blog, como se o "amor" fosse uma ciência, mas muitos descobrem, mais cedo ou mais tarde, "que o amor não segue regras".
Segundo Bauman, as atenções humanas estão focadas na satisfação que esperamos obter das relações que desenvolvemos com as pessoas, pois de alguma forma não consideramos estas relações plenas e nem verdadeiramente satisfatórias. Estamos em busca de mais e mais e quando também nos damos por satisfeitos, o preço a ser pago é alto demais.
Na matéria "Manual do ficante", o especialista em terapia de casais, famílias e grupos, Paulo G. P. Tessarioli, comenta as situações que os "ficantes" podem enfrentar, como por exemplo, "um se apaixonou", "dar ou não satisfação?", "é só sexo" e "me amarrei de verdade".
Entrevistado pela Assistente de Redação, Joyce Barreto, da Revista 7dias, o especialista afirma que o "ficar é um produto novo", na maioria das vezes utlizado como se fosse um "namoro pela metade", em que o compromisso aparentemente não existe. "É uma relação ocasional, diferente de um namoro, portanto não existem cobranças, traição ou ciúmes, apenas contato, sem dependência" ressalta Tessarioli.
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